Domingo, 28 de Setembro de 2014

Assembleia Geral - Resumo da reunião

Realizou-se na passada sexta-feira, dia 26 de Setembro, às 18h30 (em segunda convocatória), a Assembleia Geral Ordinária da Associação de Pais e Encarregados de Educação do Centro Educativo de Santiago (JI + EB1), com a seguinte Ordem de Trabalhos:


  1. Apresentação de contas do ano lectivo 2013/14

  2. Eleição dos Corpos Sociais para o ano lectivo de 2014/15

  3. Outros assuntos de interesse para a escola e para as nossas crianças


A reunião foi bastante participada, com cerca de 30 pais e encarregados de educação a marcar presença, atestando da saúde e vitalidade da comunidade educativa.


Sem prejuízo da publicação, por parte da Mesa da Assembleia Geral, da Acta desta reunião, parece-nos pertinente comunicar desde já, em forma de minuta, alguns dos seus aspectos mais importantes.

Devemos esclarecer que, tendo sido convocados para esta reunião todos os encarregados de educação das crianças que frequentam o Centro Educativo de Santiago, contámos com a presença de pais e encarregados de educação de crianças inscritas na EB1 da Glória que, apesar de formalmente não poderem ser nossos associados, estão convidados a participar em todas as actividades, à semelhança do que aconteceu no ano lectivo anterior. A sua resposta foi, mais uma vez, muito positiva.


Relativamente ao ponto 1, as contas da direcção cessante, que apresentam um saldo positivo na ordem dos 240,00€, foram apresentadas e aprovadas.


No ponto 2, foi apresentada apenas uma lista, tendo sido eleita por unanimidade.

A nova constituição dos corpos sociais é, por isso, a seguinte:



MESA DA ASSEMBLEIA GERAL
Presidente: Paulo Alexandre Silva Sequeira (4º ano)
Vice-presidente: Rui Pedro Bernardo Santos (3º ano)
Secretária: Ana Paula Costa Gerás (4º ano)
CONSELHO FISCAL
Presidente: Luís Filipe Rodrigues (JI)
Vogal: Ana Margarida Simões (JI)
CONSELHO EXECUTIVO
  João Pedro Soares Martins (1º ano)
  Cláudia Raquel Bernardo Santos (4º ano + JI)
  Vasco Aguiar (1º ano)
  Maria Soledade Ferreira Marques (2º ano)
  Lurdes Maria Fernandes Guimarães (3º ano) 
  Manuel Miranda Assis (4º ano) 



Foi igualmente decidido que a representação dos pais e encarregados de educação do Centro Educativo de Santiago no Conselho Geral do Agrupamento de Escolas de Aveiro continuaria a ser assegurada por João Pedro Soares Martins.


As principais linhas orientadoras para a acção da Associação foram apresentadas e debatidas antes da votação, destacando-se a intenção de dar continuidade ao trabalho realizado nos últimos anos, a importância da participação dos pais e encarregados de educação nos diversos aspectos e momentos da vida da escola e, por isso, a intenção de reforçar o trabalho em equipas alargadas e estabilizar formas de comunicação interna e externa. Foi também abordado o complexo equilíbrio que é necessário manter entre o exercício das competências próprias da Associação e as competências do Agrupamento de Escolas e, particularmente, do Município, assegurando que a intervenção dos pais é pertinente e útil à escola, sem se substituir aos diversos agentes responsáveis e tutelares.

A abertura para diferentes formas de colaborar será uma constante e foram já avançadas propostas interessantes, mas assumimos o importante compromisso de ponderar cada uma delas, sempre em articulação com a coordenação da Escola, com a Direcção do Agrupamento e com o Município.


Nesse sentido, a realização de uma reunião, tão breve quanto possível, com a Coordenação da Escola e com a Direcção do Agrupamento, seria extremamente útil.


O ponto mais importante da reunião, como é natural, foi o 3º ponto, que permitiu alguns esclarecimentos prévios, por um lado e a identificação de questões prementes para o conjunto dos pais, para as quais solicitávamos a vossa melhor atenção.

Devemos referir, como o fizemos na reunião, que a rapidez com que a nova Coordenadora da Escola, Educadora Teresa Cardoso, se inteirou dos problemas e a dedicação que tem demonstrado, são dignos de nota. Graças aos seus esforços, tivemos a oportunidade de apresentar aos presentes, uma lista de questões relacionadas principalmente com a manutenção do espaço físico, já endereçadas ao município e já com as respostas.


Relativamente a essa lista, foram destacadas 2 questões:


  1. Constando dessa lista pequenas reparações que, apesar da sua dimensão, são de natureza urgente (dobradiças, portas, vidros, etc), é com preocupação que ficámos a saber que os novos procedimentos do município para a sua solução não incluem os serviços descentralizados das Juntas de Freguesia que, no passado e, pelo menos no caso da Glória, faziam um trabalho meritório. Esperamos que não se perca fluidez e flexibilidade. A resposta genérica "a ser resolvido brevemente" por parte do Município, ainda que seja positiva, pois há reconhecimento da responsabilidade e urgência, é algo abstracta e requer acompanhamento.

  2. Todos os itens da lista referida que dizem respeito a falhas no projecto ou execução da obra mais recente (o pavimento exterior no Jardim de Infância ou a sala de aula onde chove por ter sido retirado o elemento de sombreamento, por exemplo), devem ser tratados com urgência e no âmbito da garantia da obra, pelo que seria útil a distinção técnica entre essas questões e outras, para que, às que terão naturalmente que ser exigidas ao construtor e sem custos para o dono de obra, se possa dar um seguimento urgente.


Foram ainda abordadas várias questões, algumas que requerem respostas simples e rápidas, outras que poderão ser mais complexas, na nossa opinião. Agradecemos as contribuições dos pais e aguardamos por esclarecimentos do Agrupamento e da Coordenação, para que possamos dar esclarecimentos completos.



Questão #1 - Número de auxiliares

Esta questão já foi abordada quer com a Direcção do Agrupamento, quer com a Coordenadora da Escola e sabemos que estão a ser feitos esforços no sentido de resolver o problema que os problemas de saúde de algumas das funcionárias estão a causar. Não é preciso lembrar que, na passada quarta-feira, o que devia ter sido uma ajuda extra prestada por uma das auxiliares do Jardim de Infância, passou a ser a única forma de abrir a escola, de manhã e, novamente, apenas com um auxiliar ao serviço.

No início deste ano lectivo, os pais e encarregados de educação têm claramente identificado este problema como prioritário, tendo repercussões na organização das entradas e saídas das crianças e na supervisão do recreio e do refeitório. 

Como se compreende, a segurança das crianças é uma prioridade para todos, mas a dimensão e disposição do recinto escolar, óptimo para todas as actividades e brincadeiras, torna a supervisão quase impossível, para uma equipa tão exígua.

Foram relatados alguns casos pontuais em que essa falha terá sido mais grave e, de forma clara, os pais e encarregados de educação, apesar de reconhecerem a dificuldade da tarefa, consideram-na absolutamente prioritária.

Os pais manifestaram também a sua disponibilidade para, a exemplo do que acontece noutras escolas e já aconteceu nesta, em alguns períodos, apoiarem a supervisão do refeitório. Se a escola o autorizar, a Associação de Pais organizaria uma escala de voluntários para esta tarefa, de acordo com as vossas necessidades e regras. A experiência do passado diz-nos que esta presença dos pais tem também um impacto positivo no desempenho da empresa responsável pelas refeições.


Questão #2 - Funcionamento das AECs

Tendo sido já esclarecida a questão da não obrigatoriedade da frequência do Inglês (tratou-se de um lapso de uma das professoras) e, já com os horários conhecidos, os pais manifestaram a vontade de terem mais acesso a informação sobre os planos, objectivos e metodologias das diversas actividades e formularam 2 questões fundamentais:


  1. Podem os pais que não inscreveram as crianças nas AECs, fazê-lo, ainda? Se sim, em que condições?

  2. No caso das AECs cujo desenvolvimento se processa em 2 sessões semanais, é possível a frequência parcial? Ou seja, pode uma criança frequentar apenas 1 das 2 sessões de Inglês ou Desporto, por exemplo? Se sim, em que circunstâncias? Esta questão é particularmente importante para as crianças que frequentam outro estabelecimento de ensino, como o Conservatório.


Clarificou-se que, do ponto de vista do princípio, a frequência das AECs deve obedecer a critérios rigorosos e deve ser entendida como um compromisso com a escola, por respeito pelas actividades e pelos professores que as desenvolvem, pelo que a assiduidade e pontualidade passavam também por aí. Mas havia dúvidas sobre a frequência parcial e, face a essas, ficaram dúvidas relativas à possibilidade de inscrição posterior.


A Associação de Pais reitera a sua disponibilidade para colaborar também com os docentes responsáveis pelas AECs, em função dos seus planos e necessidades. 


Questão #3 - Envolvente da Escola

Foram colocadas algumas questões relativas à envolvente da Escola, a maior parte das quais dirigidas ao Município. O estado dos pavimentos na rua e nos passeios é muito mau, sendo que parte do estrago resulta da movimentação de máquinas no contexto da obra. Haverá previsão de intervenção de manutenção?

Nesse aspecto, uma intervenção urgente seria o rebaixamento do passeio e a (re)colocação de passadeiras junto à entrada da EB1 e do JI. Membros da comunidade educativa em cadeiras de rodas têm muitas dificuldades de acesso apenas por causa dos passeios.

Foi também questionada a intervenção do município ao nível do trânsito e estacionamento. Gostaríamos de poder abordar esta questão com o Município de forma articulada com o Agrupamento.


Questão #4 - Parque Infantil e outras intervenções

Foi feito um ponto de situação no que à questão do parque Infantil para o Jardim de Infância diz respeito. A disponibilidade da Associação de Pais mantém-se e pode até reconfigurar-se, em função das condições identificadas pelo município. Por outro lado, identificam-se outras áreas da escola merecedoras de atenção, como é o caso do Pavilhão e da entrada. Acreditamos que podemos fazer parte da solução para estes problemas e para isso gostaríamos de poder coordenar esforços com a Direcção do Agrupamento.

 

Questão #5 - Fotógrafo da Escola

Alguns pais mostraram o seu descontentamento com o trabalho desenvolvido pelo fotógrafo que tem sido seleccionado pela Escola para tirar fotografias às crianças. Esta parece ser uma questão cíclica para os pais de crianças da EB1, identificando-se problemas de natureza mais subjectiva, como a qualidade das fotografias ou o preço mas outros, claramente mais objectivos, como o aparente desrespeito por instruções dos pais ou encarregados de educação (crianças nas fotografias de grupo sem autorização), a não emissão de recibos e a indisponibilidade dos arquivos digitais.

Sendo uma questão cíclica e já debatida, estamos certos que não se repetirá e, se possível, gostaríamos de ser informados das condições da eventual prestação desse serviço, atempadamente.


Procurando não alongar demasiado este resumo dos trabalhos e tendo já referido as questões fundamentais, remetemos as mesmas para a Direcção do Agrupamento e para a Coordenadora da Escola.


Terminamos como começamos, destacando a saudável participação de tantos pais e encarregados de educação nesta Assembleia Geral.


Esperamos contar com o contributo de todos ao longo do ano.
publicado por EB1-JI-SANTIAGO às 23:37
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